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LER/DORT

LER é a sigla para Lesões por Esforços Repetitivos, ou DORT, Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho. Essas doenças são marcadas pela degradação de estruturas do sistema músculo-esquelético e atingem profissionais de muitas áreas.

LER/DORT: trabalhador utilizando protetor de ouvidos.

A LER não é considerada, exatamente, como uma doença. Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, ela “representa um grupo de afecções do sistema musculoesquelético (tendão, nervo, músculo, ligamento, osso, articulação, disco intervertebral, entre outras estruturas) que são decorrentes de sobrecargas mecânicas”. Esse distúrbio consiste em lesões nos nervos, ossos, nos tendões ou musculatura, tem sintomas de dor e inflamação e pode comprometer a funcionalidade da região afetada.

A LER é causada por desgastes decorrentes de esforços repetitivos ou muito intensos - que demandam uma aplicação de força grande para serem executados, má postura e estresses. Por conta desses aspectos, a LER é considerada uma doença ocupacional e sabe-se que trabalhadores de determinados setores são mais propensos a desenvolverem o distúrbio.

Os sintomas predominantes da LER são: dificuldade na movimentação dos dedos, membros superiores doloridos, dormência, musculatura cansada, aumento da sensibilidade e temperatura nas áreas afetadas, restrição de movimento e inflamações.

Para que a LER seja caracterizada como DORT, o fator que ocasionou a enfermidade deve ter sido diretamente relacionado ao trabalho.

Segundo a Sociedade Brasileira de Reumatologia, se adquire um distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho da seguinte forma:

Quando existe predisposição constitucional somada ao desrespeito a um ou mais dos seguintes fatores organizacionais no ambiente de trabalho:

  • Treinamento e condicionamento;
  • Local de trabalho (piso, superfícies, barulho, umidade, ventilação, temperatura, iluminação, distanciamentos, angulações, etc);
  • Ferramentas, utensílios, acessórios e mobiliários adequados;
  • Jornadas de trabalho;
  • Intervalos apropriados;
  • Posturas apropriadas;
  • Técnicas para a execução de tarefas;
  • Respeito aos limites biomecânicos (força, repetitividade, manutenção de posturas específicas por períodos prolongados).

A preocupação do empregador com a confortabilidade e usabilidade da estação de trabalho do empregado (veja também Análise Ergonômica do Trabalho) pode reduzir as ocorrências de doenças ocupacionais como a LER. Dessa forma, o empregador também ganha, já que as faltas e afastamentos diminuem, bem como os custos com indenizações trabalhistas que a empresa possa ter que cobrir.

Além das condições de ambiente de trabalho, é importante ressaltar que algumas propensões particulares aumentam a probabilidade do trabalhador desenvolver DORT, como um estilo de vida sedentário ou esforço físico intenso, dentre outras atividades paralelas às laborativas.

Contudo, se a perícia constatar que a doença é resultante das atividades de trabalho, o trabalhador poderá recorrer sobre seus direitos. Como é o caso de outras doenças ocupacionais, se for comprovado que o trabalhador não poderá mais executar suas funções em decorrência do distúrbio, poderá ter direito à uma remuneração mensal de acordo com a função que desempenhava.

Como prevenir a LER/DORT?

A melhor forma de garantir a saúde e segurança do trabalhador é a prevenção. É necessário adaptar a estação de trabalho para que o trabalhador fique em uma postura adequada, se necessário fornecer EPI para que o mesmo não exerça esforço muito intenso nos tendões e nervos e realize os exames complementares específicos para os riscos de sua função.

LER/DORT: médico avaliando a audição de uma funcionária.

Se algum sintoma da lesão apareça é importante que o funcionário faça uma visita ao médico para realizar diagnóstico e tratamento de forma precoce, antes que à enfermidade limite ou até mesmo impeça o trabalhador de continuar a exercer suas tarefas laborais.

Ações complementares também podem ser adotadas na empresa, como momentos de alongamento e ginástica laboral e pausas para descanso. A duração da jornada de trabalho também deve respeitar os limites dos trabalhadores, principalmente daqueles envolvidos em atividades pesadas.

Se o trabalhador for acometido pela enfermidade, o tratamento abrange o uso de anti-inflamatórios e repouso das estruturas afetadas. Em fases mais avançadas da síndrome, a aplicação de corticoides, fisioterapia e até realização de cirúrgica podem ser considerados.







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